quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Protágoras de Abdera

Para Protágoras, “O homem é a medida de todas as coisas das coisas que são, enquanto são e das coisas que não são enquanto não são.”

O que eu entendo desse pensamento que o homem é centro e a base, e tudo gira ao seu redor, daquelas coisas que são e até mesmo as que não são e aquelas que ainda vão ser.
O homem é capaz de converter tudo o que esta a sua volta e deixá-las a sua maneira como, por exemplo, a natureza o homem pode fazer o que quiser com ela pode piorá-la melhorá-la e mantê-la, mais com a sua ganância poucos se preocupam com isso, pois estão mais interessados em ganhar dinheiro. O homem é capaz de transformar não só a natureza mais todo o mundo, tanto é que já esta fazendo isso. Com base nessa citação percebi que se o homem é a medida de todas as coisas então coisa alguma pode ser medida para os homens, ou seja, as leis, as regras, a cultura, tudo deve ser definido pelo conjunto de pessoas, e aquilo que vale em determinado lugar não deve valer, necessariamente, em outro. E quando as coisas não estão lhe favorecendo arruma um jeito de converter isso em benefício próprio.

Atividade realizada por Natalia Oliveira 1.°A

Isócrates

Eu me identifiquei principalmente com Isócrates pois ele diz assim:
"Somente em Duas ocasiões tens de falar: quando souber exatamente o que vais dizer e quando não poderes evitar. Fora esses dois casos é melhor o silencio do que a prática"


Isso me motivou a ficar um pouco em silencio pois a gente tem uma hora certa para falar as coisas não dizer sem pensar oque uma coisa que possa fazer mal a alguem, as vezes uma palavra pode magoar uma pessoa, pode fazer até essa pessoa odialo então sempre pense antes de dizer algo, foi isso que entendi. Mas também tem horas que nós não conseguimos ficar em silencio, pois isso mtas vezes nos faz mal, segurar todo aquele sentimento é mtas vezes impossivel pois é algo mais forte que nós mesmos. Só que se não for isso melhor ficar em silencio pois não ira machurar ninguem nem a si mesmo.



Atividade realizada por: Leonardo Silva Storari 1° A

A poesia da ilusão

Das ruínas da ontologia, Górgias deduziu um pensamento não ontológico ou antimetafísico, onde reabilitava as aparências e afirmava a identidade entre o real e a manifestação.
Para Górgias, o real está dilacerado pelas contradições, o mundo humano exige uma tomada de posição e este mundo humano está por fazer. Seria através da poesia, nomeadamente da arte, que esta tomada de posição seria efetuada. O papel da poesia seria criar a ilusão, mas uma ilusão desejável e boa. Só esta criaria a coerência mental a que Górgias chama justiça e sabedoria.
Para Górgias as coisas não são mais do que não são. Ainda que o ser existisse, não podia ser nem gerado, nem não gerado. Mas, mesmo se um tal ser existisse, as coisas seriam incognoscíveis, pelo menos para nós. As coisas que vemos e ouvimos existem porque são representadas.

Atividade realizada por: Danielli Duarte Silva, Andressa P. Pateis, Geslaine Vieira, Carlos Alexandre. 1°B

Górgias de Leontinos

Para Górgias, a alma é essencialmente passiva, completamente entregue ao que recebe de fora. A primeira forma desta passividade é a percepção sensível, que é vista como o transporte para a alma de uma impressão ou de uma imagem das coisas que a alma experimenta. A segunda forma de passividade da alma é a sua abertura à linguagem. Contudo, para que a alma seja sempre receptiva à linguagem é, por vezes, necessário recorrer à persuasão. O pensamento de que o tempo não é um meio homogéneo e indiferente, mas que apresenta ocasiões favoráveis para a ação que vem a propósito é um sentimento que já estava presente no helenismo antes de Górgias. Contudo, é este o primeiro a escrever sobre o kairós. Górgias concebia um tempo essencialmente descontínuo, feito de a-propósitos e de contratempos, que não se deixam perspectivar.
E como ele mesmo diz: Liberte-se escuta tua intuição e será feliz!



Atividade realizada por Eliane, Tatiane e Letícia 1.° A

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Sofistas - Atividade do 1.° Ano



Os sofistas foram os primeiros filósofos do período socrático. Esses se opunham à filosofia pré-socrática, em que os filósofos eram chamados de naturalistas. Mas, o que se entende pelo termo naturalista? Tais filósofos diziam que estes ensinavam coisas contraditórias e repletas de erros que não apresentavam utilidade nas polis (cidades). Dessa forma, substituíram a natureza que antes era o principal objeto de reflexão pela arte da persuasão. Mas do que depende a persuasão e o que pode vir acontecer através dela?
Os sofistas ensinavam técnicas que auxiliavam as pessoas a defenderem o seu pensamento particular e suas próprias opiniões contrárias sobre o mesmo para que dessa forma conseguisse seu espaço. Por desprezarem algumas discussões feitas pelos filósofos, eram chamados de céticos. Atualmente, a que se refere o termo cético? Até mesmo Sócrates se rebelou contra eles dizendo que desrespeitavam a verdade e o amor pela sabedoria. Outros filósofos ainda acreditavam que os sofistas criavam no meio filosófico o relativismo e o subjetivismo. Em relação ao conhecimento, o que Sócrates pensava sobre a sabedoria e os erros?

Dentre os sofistas, pode-se destacar: Protágoras, Górgias, Hípias, Isócrates, Pródico, Crítias e Trasímaco, sendo que destes, Protágoras, Górgias e Isócrates foram os mais importantes. Estes, assim como os outros sofistas, prezavam pelo desenvolvimento do espírito crítico e pela capacidade de expressão. Uma conseqüência importante que se fez pelos sofistas foi a abertura da filosofia para todas as pessoas das polis que antes era somente uma seita intelectual fechada formada apenas por nobres. Leia sobre os sofistas Hípias, Pródico, Crítias, e Trasímaco e destaque o que você achou mais interessante e explique por quê?

domingo, 2 de agosto de 2009

Política


"A política, a boa condução dos homens em sociedade é uma arte que somente bem poucos dominam. O ideal é uma coletividade governada pelos mais sábios."
Platão